Dicas

Sono excessivo durante a gravidez

A natureza é sábia. Fez da grávida um “bicho-preguiça”, com crises de sono durante nove meses, para compensar a ausência de noites tranqüilas que ela vai ter depois que o bebê nascer. O excesso de hormônios circulando e o metabolismo mais lento deixam a grávida com sono. Repousar após as refeições é o ideal. No trabalho não dá para fazer isso, mas procure uma cadeira confortável e leia um pouco antes de retomar suas atividades.

Sono picado

No início, a excitação e a ansiedade. No final, o barrigão e a vontade de fazer xixi várias vezes por noite. Nem sempre é fácil conciliar o sono durante a gestação. E ainda fica aquele monte de gente falando: “Aproveita para dormir agora, depois nunca mais!”. Se você não está conseguindo relaxar, eis alguns truques que podem ajudar.

Tente colocar um travesseiro alto na cabeça e outro entre as pernas para dar um apoio. Usar algo embaixo da barriga, para sustentar seu peso, também traz conforto. Do lado direito do abdome passa a veia cava inferior, que é grossa e traz bastante sangue de volta ao coração. No final da gravidez, quando a barriga já está grande, o peso do útero pode comprimir essa veia, provocando falta de ar, por isso os obstetras recomendam deitar-se sobre o lado esquerdo.
Há grávidas que não sentem nenhum incômodo de barriga para cima. Nesse caso, tudo bem. No entanto, a posição não é aconselhável para gestantes com hipertensão (pressão alta) ou hipotensão (pressão baixa). Um banho quente antes de dormir também ajuda a relaxar.

Aprenda dicas para minimizar o jet lag em longas viagens

Viajar entre os diferentes fuso horários afeta o organismo drasticamente. Há quem sinta enjoos, irritação, dificuldades de concentração, cansaço, insônia, entre tantos outros sintomas que o jet lag pode causar e que varia de pessoa para pessoa e de viagem para viagem. As sugestões mais frequentes para amenizar o problema, como não cochilar, fazer caminhadas durante o dia e evitar cafeína, quase nunca funcionam. Assim, muitos turistas procuram drogarias para comprar remédios que minimizem os incômodos do Jet lag.

Infelizmente ainda não existe um único remédio capaz de acabar com o problema, mas há coquetéis que podem ajudar e que devem ser tomados sob prescrição médica, como sugeriu o site BBC.

Para acordar
Ao invés de estimular a sonolência, alguns remédios como os de princípio ativo armodafinil e modafinil ajudam o turista a ficar acordado e em estado de alerta, servindo para o tratamento da sonolência diurna relatada por muitos portadores de jet lag.

Tecnicamente são medicamentos usados no tratamento de doenças sérias como narcolepsia e apneia, mas os médicos podem prescrevê-los de maneira não oficial para tratar jet lag. Alguns laboratórios até já tentaram oficializar os medicamentos como úteis para o problema junto ao órgão norte-americano Food and Drug Administration (FDA), realizando até testes em humanos, mas o órgão não regularizou o uso para o tratamento de Jet lag.

Alla Kirsch, médica especializada em medicina do turismo contou que raramente usa este tipo de medicação em seus pacientes, a não ser que eles tenham a necessidade de se manterem acordados quando chegam em seus destinos. “Esse tipo de prescrição gera diversas discussões no meio médico”, contou.

Sono profundo
Médicos e viajantes estão mais acostumados com remédios que ajudam a dormir, pois se adaptar ao fuso local é essencial para reduzir os efeitos do jet lag. Assim, drogas como zolpidem, eszoplicone e zaleplon são algumas das mais populares entre aqueles que viajam frequentemente, pois agem rapidamente, mas não deixam a pessoa apagada por mais do que cinco horas. Além disso, não causam sonolência ao longo do dia.

Alguns turistas preferem remédios prescritos para ansiedade, como alprazolam e diazepam. “Além de ajudar a dormir, acalmam sem sedar”, explicou Alla Kirsch. Há ainda quem use remédios para enjoo e antialérgicos que não precisam de prescrição médica, pois causam sonolência. Todavia, muitos turistas se queixam de efeito ressaca.

Quem optar por ingerir medicamentos para relaxar no avião deve passar bem longe de bebidas alcoólicas, beber bastante água e procurar se alongar antes e depois do sono. “Ficar muito tempo na mesma posição no avião pode facilitar o aparecimento de tromboses e coágulos”, disse a médica.

A forma sintética da melatonina, um hormônio secretado pelo organismo de acordo com a presença ou ausência de luz solar é outro mecanismo adotado por turistas que querem fugir do jet lag. Ingerir entre um e três gramas do medicamento durante voos longos ajuda a ajustar o ritmo circadiano, que é organizado pela luz solar. “O tempo de uso é baseado no perfil individual e no tempo de voo do itinerário”, disse Bill Ashton, da empresa californiana StopJetLag, que prepara dietas especiais para viajantes que sofrem do mal. Em alguns países, como Canadá e Reino Unido, a melatonina sintética não é encontrada à venda, mas nos Estados Unidos ela é vendida como um suplemento alimentar.

Outros produtos
Há uma grande variedade de coquetéis que prometem dar fim ao jet lag. Alguns são combinações de ervas que evitam a desidratação, aumentam a imunidade e melhoram a circulação; outros, combinam vitaminas do complexo B, sucos de frutas, melatonina sintética e raízes calmantes. Todavia, consultar um médico antes ou durante a viagem é ainda o meio mais eficaz de reduzir os incômodos da diferença de fuso, sem correr riscos de comprometer a saúde.

Cafeína, sono e provas finais

Quando se aproxima o fim do semestre – os estudantes universitários estão até o pescoço envolvidos nas provas finais e é aí que muitos desses estudantes dependem da cafeína para ficar alerta a fim de estudar e obter as notas necessárias para passar.

A cafeína é talvez a droga mais popular do mundo! Chás, chocolate, e muitas “bebidas energéticas” contém cafeína, que temporariamente nos fazem sentir mais alerta, bloqueando substâncias químicas do cerebro que induzem ao sono e aumentando a produção de adrenalina. Embora pareça que os estudantes e quase todo mundo possa fazer muita coisa ao mesmo tempo sob o efeito da cafeína, existem efeitos colaterais que devem ser considerados. A cafeína é conhecida por causar perturbação de ansiedade, irritabilidade e sono – sintomas onde nenhum dos quais é benéfico para quando você precisa de concentração e foco durante um exame final.

Estudos mostram que a falta de sono causa: dificuldades em fazer tarefas simples; dificuldade em concentrar-se; dificuldade em tomar decisões e leva a pessoa a praticar ações de risco, então para que o aluno possa melhorar suas capacidades ele deve priorizar o sono, dormir o suficiente para assim melhorar seu desempenho. Estabelecer uma hora padrão de deitar e acordar, procurar dormir de forma contínua, isso ajuda a você a dormir de acordo com seu relógio biológico interno e assim experimentar todos os estágios do sono necessário para colher os restauradores, energizantes e revitalizantes benefícios do sono. Portanto, antes de você pegar aquela xícara de café – pode valer mais a pena tirar uma soneca ou investir mais na obtenção de uma boa noite de sono para obter os melhores resultados.

+ http://www.sleepfoundation.org/alert/caffeine-sleep-and-finals – todos os direitos reservados

Dicas inteligentes para dormir melhor

Ai vão algumas dicas para melhor a qualidade do seu sono:

-Estabeleça uma hora padrão para deitar e acordar
-Evite nicotina sempre e evite cafeína perto da hora de dormir
-Evite o álcool
-Exercite-se regularmente (mas complete o treino, pelo menos, três horas antes de deitar)
-Estabeleça uma consistente rotina de relaxamento nas horas antes de dormir
-Crie um ambiente propício ao sono que seja escuro, silencioso e confortável
-Discuta a forma adequada de tomar qualquer remédio para o sono com um profissional de saúde.*

*Não use medicamentos sem o aconselhamento médico!

Um terço dos americanos tiram sesta

Você tira sesta de vez em quando? Se sim, você não está sozinho. Um terço dos adultos norte-americanos fazem sesta, de acordo com recente pesquisa feita pela Pew Research Center. A pesquisa não apenas constatou que 34% dos 1.488 adultos entrevistados admitem fazerem sesta, como também a quantidade de homens que a praticam é maior que o número de mulheres (38% x 31%). Em adultos com mais idade a diferença é maior ainda: mais de 41% dos homens com 50 anos ou mais reportaram fazer a famosa sesta, em comparação a 28% de mulheres com a mesma faixa etária. Ler Abstract em Inglês